Trilha de solo arenoso atravessando vegetação arbustiva densa com colinas ao fundo sob céu nublado no Vale do Catimbau, Pernambuco

Visita a Brejo da Madre de Deus

Cecília Gomes de Oliveira

Estudante do Curso Integrado de Edificações do IFPE-Campus Caruaru

Data: 15 de agosto de 2024.

Começamos logo cedo, pela manhã, por volta das 8:30, quase todos no ônibus, seguindo rumo a Brejo. Fui ao lado do meu amigo Lucas no ônibus, justamente do lado do sol, mas não foi tão ruim. Tiramos diversas fotos, demos risada e conversamos muito. Parecia uma palestra ou um sermão, especialmente pelas meninas Laura e Emily. Os professores Rafael e Fátima foram muito atenciosos com todos. No início, foi aquela gritaria no ônibus, todos alegres e animados para a chegada em Brejo da Madre de Deus. Quando chegamos lá, o calor estava insuportável e eu nem sequer passei protetor solar.

Começamos vendo um pouco das estátuas de Diva e Plínio Pacheco, os criadores do Teatro Nova Jerusalém. Conhecemos também o guia, que na verdade não era exatamente um guia turístico, mas ele conhecia muito bem o local e nos mostrou tudo. Ele se chamava Joaquim e ajudou Plínio a construir o teatro. O teatro foi construído se baseando principalmente em como Plínio, que já foi para Jerusalém, pensou e idealizou suas ideias vindas a partir da viagem.

Tiramos mais fotos no local, e que lugar lindo, cheio de plantas. Os cenários são muito bem feitos, extremamente lindos. Há as rochas originais do local, mas também existem rochas falsas, juntamente com rochas sedimentares. Os cenários são bem distantes um do outro, então andamos bastante. Conhecemos os bastidores, foi muito divertido. O guia também contou diversas histórias. Aliás, havia dois museus em locais diferentes: um porão, embaixo da pousada que há lá, em homenagem às pessoas que já passaram pelo teatro; e outro com as memórias de Diva e Plínio.

Seguindo, vimos diversas estátuas em granito ainda no teatro. Eram pequenas em relação às outras que vimos depois. Lá, havia estátuas de Lampião e Maria Bonita, padre Cícero em tamanho real e o próprio Plínio Pacheco. Além das fotos, gravamos uns aos outros para o trabalho de geografia.

Depois de toda a experiência vivida com quase todos os colegas de classe, fomos para uma exposição de rochas ao ar livre, todas feitas de granito, moldadas em uma bela diversidade de estátuas. Em seguida, vimos algumas rochas sedimentares. Foi divertido, achamos várias rochas diferentes e várias pessoas começaram a fazer suas coleções de rochas. Logo depois da procura, já estava na hora de irmos de volta para o IFPE.

Na volta, o ônibus estava mais calmo; quase todo mundo foi dormindo. Eu e meu amigo Lucas ficamos conversando e rindo da cara do pessoal dormindo. A maioria estava cansada por sempre acordar cedo e dormir pouco por causa das provas. Quase chegando no IF, eu e Lucas começamos a cantar músicas-tema de desenhos animados que assistíamos na infância. Logo que começamos a cantar as músicas da Barbie, os professores olharam para nós e começaram a rir. Achei muito engraçada a cara que os dois fizeram. Quando terminamos de cantar, Sara e Raquel também começaram a lembrar de desenhos. Achei super legal esse momento, que só durou até chegarmos.

Quando chegamos, todos foram comer. Resumindo, foi um dia massa demais!


"Visita a Brejo da Madre de Deus" por Cecília Gomes de Oliveira. Licenciado sob CC BY-NC-ND 4.0.
O autor retém direitos para publicações comerciais futuras (livros e artigos).

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